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2 milhões mais velho?

A revelação veio de dentro de um meteorito de 1,5 kg encontrado no deserto do noroeste da África. Ele foi vendido a um negociador de meteoritos no Marrocos, em 2004, e levado para ser classificado na Universidade do Norte do Arizona, nos Estados Unidos. Um precioso pedaço foi então emprestado aos pesquisadores Audrey Bouvier e Meenakshi Wadhwa, da Universidade do Estado do Arizona – e revelou conter o material mais antigo de que se tem notícia.
Análises de uma inclusão mineral contida no meteorito indicaram que ela tem cerca de 4,5682 bilhões de anos. A idade é entre 0,3 e 1,9 milhão maior que as previsões mais aceitas até agora para o Sistema Solar.
Assim como as previsões anteriores, a atual foi feita a partir do cálculo da idade de inclusões ricas em cálcio e alumínio (conhecidos como CAIs), contidas em meteoritos. Elas são tidas como os objetos mais antigos do Sistema Solar. Esses pedaços de meteorito teriam sido as primeiras partículas sólidas a se formarem a partir da nuvem de gases que originou Sol e planetas mais de quatro bilhões de anos atrás – chamadas também de refratárias por causa das altas temperaturas da nebulosa solar.

São os primeiros grandes objetos formados pela condensação dos elementos a partir de seu estado inicial gasoso. Segundo a geoquímica, o meteorito em questão (um condrito carbonáceo da classe CV3, batizado de NWA 2364) era “raro e precioso” não apenas pela quantidade de inclusões que continha, como também por serem elas grandes o suficiente para estimar sua idade, com mais de 5 mm. Outra vantagem é que, até onde se sabe, ele não sofreu modificações desde sua formação. O mesmo não vale para o meteorito Allende, encontrado no México em 1969 e usado como referência para uma das estimativas que prevaleciam da idade do Sistema Solar. As alterações que sofreu tornariam o cálculo menos seguro.
A idade dos CAIs é calculada com base nos isótopos presentes em sua composição (átomos de um mesmo elemento com massa atômica diferente), com base no tempo conhecido de decaimento de cada um.
No novo estudo, o resultado ganhou força porque a equipe baseou-se em dois medidores – e obteve o mesmo resultado com ambos. De um lado, fez o cálculo a partir de isótopos de chumbo contidos na amostra; de outro, analisou também a quantidade de alumínio e magnésio presentes, chegando à mesma idade: 4,5682 bilhões de anos.

Seria o caminho para entender o ambiente estelar do Sol que nascia e que tipo de estrelas trouxeram os elementos-chave para a "receita" da vida.
 

Apophis

O Apophis é um asteróide que por um breve período de tempo, colocou os cientistas em polvorosa em dezembro de 2004, pois havia uma possibilidade (em astronomia muito grande) de 2,5% de chances de impacto com a Terra em 2029. Observações adicionais melhoraram as predições e eliminaram as chances de impacto na Terra ou na Lua em 2029. Entretanto, caso o asteróide de 450 metros, em sua passagem de 2029, atravessar uma região precisa não maior que 600 metros, conhecida como fenda de ressonância gravitacional, ele seria desviado e causaria um impacto direto na Terra em 13 de abril de 2036. Observações ainda mais recentes, revelaram que a possibilidade do Apophis passar nessa região é quase nula.
A escala de risco de impacto de Turim, classifica a periculosidade de um objeto que está rota de colisão com a Terra. Em agosto de 2006, Apophis foi quebrou o recorde na classificação, atingindo nivel 4 ficando por poucos dias até ser rebaixado ao nível 0. Sabe-se que a passagem do asteróide será "rasante", passando um pouco abaixo dos satélites geossíncronos que é de 35.786 km. Uma passagem tão próxima de um asteróide deste tamanho ocorre apenas uma vez a cada 1300 anos. A NASA estimou que caso o Apophis viesse a se colidir, liberaria uma energia equivalente a 880 megatons de TNT. O impacto do evento Tunguska era de 3-10 megatons. A erupção do Krakatoa em 1883 foi de aproximadamente 200 megatons.

Céu Noturno

Esta foto foi tirada pelo telescópio Hubble. E mostra milhares, senão milhões de estrelas no firmamento. Cada ponto está anos-luzes um do outro. Isto nos mostra o quão pequeno somos nós. E apesar de haver toda essa imensidão sobre nós, existe apenas um lugar onde podemos morar: a Terra.

Shoemaker-Levy 9

Shoemaker-Levy 9 foi um cometa que orbitava o Sol e que podia representar grande risco ao planeta Terra. Isso até ser capturado pela gravidade de Júpiter, talvez na década de 70 ou 60. Porém em julho de 1994, o cometa foi despedaçado em 20 pedaços e caiu em Júpiter, fornecendo a primeira observação direta de uma colisão extraterrestre entre dois corpos do Sistema Solar.
S-L9 foi descoberto por Carolyn e Eugene Shoemaker e David Levy em 24 de março de 1993 durante uma procura por NEOs (sigla em inglês para Objetos Próximos à Terra). Este foi o nono cometa com períodos de 200 anos ou menos descoberto pelo trio. Devido a isso recebeu seu nome.
A primeira imagem da descoberta deu o indício que S-L9 era um cometa estranho, pois mostrava vários núcleos em uma região alongada. Era a descoberta da primeira aglomeração de asteróides.
Estudos da órbita de S-L9 logo revelaram que ele orbitava Júpiter e não o Sol, o que contrariava todos na época de sua descoberta. Ele levava cerca de dois anos terrestres para completar a volta em Júpiter a uma distância média de um terço da distância entre o Sol e a Terra, e com uma órbita extremamente excentrica. Pouco tempo depois mostrou-se que havia grande possibilidade de choque entre os corpos, causando muitas expectativas na comunidade científica, afinal os astrônomos nunca haviam visto a colisão de corpos significativos no Sistema Solar. A separação do cometa revelou a grande chance de se poder estudar as camadas inferiores de Júpiter. As colisões causaram ondas sísmicas atravessando Júpiter, erupções de materiais de partes normalmente escondidas pelas camadas externas, além de um aumento na massa dos anéis de Júpiter. Apesar de S-L9 não existir mais, seu legado será estudado por anos pela ciência ainda.

Energia da Lua

Se ignorarmos todas as guerras, conflitos, emissões de gases estufa, derramamentos e coisas mais, o petróleo vem fazendo bem à humanidade. Afinal, ele fomentou o desenvolvimento mundial em velocidade acelerada, porém, é um recurso finito e não-renovável, o que significa que, um dia ele acabará. A consciência de que a humanidade está envolvida em uma corrida contra o relógio, em relação a fontes de combustíveis, faz da energia alternativa uma questão crucial. Idéias como o etanol produzido de gramíneas, o biodiesel e a energia eólica e solar podem, em breve, começar a responder por boa parte da energia do planeta. Mas todas elas ainda enfrentam obstáculos em termos de geração de energia em larga escala. Por isso, os pesquisadores continuam a vasculhar o planeta em busca de novas maneiras de mantê-lo abastecido de energia. Mas, por que até hoje não olhamos no que nos circunda: a Lua?
A atração gravitacional da Lua sobre os corpos aquáticos cria marés. Esse movimento, por sua vez, cria energia cinética na água. Tudo que se movimenta tem energia cinética - quer se trate do vento ou de uma bola rolando. A energia cinética pode ser capturada pelos seres humanos por meio de moinhos de vento. Os pesquisadores estão tentando explorar a energia das marés utilizando um esquema semelhante ao usado nos moinhos de vento. A água é mais densa que o ar, desta maneira, com turbinas subaquaticas, produzindo a mesma quantidade de energia, com menor velocidade e com menor área. E torna-se mais confiável que as turbinas de vento. Pois o a movimentação de ar é muito imprevisível, enquanto que ambas as marés, alta e baixa, são previsíveis, confiáveis e calculadas.
Apesar do Sol ser 400 vezes maior que a Lua, ele está 400 vezes mais longe que ela [coincidência, não?]. Mas em questões astronomicas, a proximidade conta mais que o tamanho. Desta maneira, a Lua produz uma maré duas vezes maior do que o Sol.

Olho de Gato

Esta é a foto de uma nebulosa muito famosa, conhecida como Olho de Gato. Localizada na constelação de Dragão, há 3.300 anos-luz da Terra, acredita-se que esta Nebulosa tenha sido formada por uma supernova de um sistema binário de estrelas.

A fúria do Sol

A imagem mostra várias ejeções de material na superfície do Sol. Estas ejeções ocorrem por causa de dois fatos: o Sol, com seu forte campo gravitacional, causa em sua superfície linhas magnéticas. O segundo fato é que o Sol possui diferentes velocidades de rotação comparando seus pólos com o Equador. Isso acaba "enrolando" linhas magnéticas e causam estas ejeções. Quando uma destas linhas arrebenta, tempestades solares são formadas.
Rodrigo

Buracos Negros

Buracos Negros não são, apesar de o nome sugerir, buracos. Buraco Negro é definido como o horizonte de eventos em que a gravidade é tão forte que nem mesmo a luz consegue escapar. Seu estudo, é extremamente difícil porque não é possível captá-los diretamente.
Os buracos negros foram calculados por Albert Einstein, antes mesmo de se imaginar sua existência.
O que ocorre dentro de corpo assim, é um mistério e, provavelmente nunca descobriremos. Mas teoriza-se que tudo que lá entra é transformado em quaks e glúons (as menores subpartículas conhecidas, que formam: prótons, nêutrons e elétrons), e fica acumulado em seu interior. Acredita-se que os buracos negros, assim como as estrelas de nêutron, surgem de supernovas, a explosão colossal de uma estrela. Nessas explosões, o núcleo da estrela é tão comprimido que fica de tamanho incrivelmente pequeno, e começa a sugar tudo nas suas redondezas, inclusive a luz. Agora você consegue entender o que está acontecendo na imagem. Normalmente, esses fenômenos, duram séculos e depois se dissipa por não conseguir conter sua massa.
Rodrigo

McNaught

Foto tirada em 2006, durante a passagem do Cometa McNaught sobre a Nova Zelândia. Veja como a sua cauda corta o céu neozelandês.
Rodrigo

Azul profundo

 A imagem retrata o ônibus espacial esperando para acoplar-se a estação internacional, criando um belo contraste com o Azul profundo do planeta Terra ao fundo.
Rodrigo

Colinas marcianas

Sem um título, você poderia, facilmente dizer que esta imagem é de alguma costa na superfície terrestre. Mas não é... esta linda imagem é de uma enorme colina em Marte.
Rodrigo

Anéis de Saturno


Os anéis de Saturno, são uma das coisas que mais intrigam os cientistas há séculos. Seus segredos nunca foram completamente descobertos e quanto mais os estudamos, mais impressionados ficamos. Embora pareçam contínuos da Terra, estes enormes arcos são formados por poeira e rochas que variam entre o tamanho de um grão de arroz e o de uma casa. Esses anéis se extendem até 275 mil quilômetros do planeta, mas são extraordinariamente finos, não passa de 1 quilômetro de espessura. Acredita-se que as partículas são formadas basicamente de gelo comum, mas também podem existir pedras rochosas cobertas de gelo.
Saturno é o planeta menos esférico de todo o Sistema Solar. Sua rotação causa um achatamento que faz com que o astro fique 10% maior no equador que nos pólos. Júpiter, é o segundo mais achato, mas possui uma diferença de apenas 6%.
Entre cada anél, existem satélites pastores que desempenham complexas relações de equilibrio e mantém a estabilidade dos anéis. A origem deste material não é completamente entendida hoje, mas cientistas acreditam que se o material não for reposto, daqui milhões de anos os anéis podem desaparecer.
Em 1612, os anéis de Saturno sumiram deixando perplexos os cientistas da época. Mas o que havia acontecido na verdade, era o equinócio de saturno, em que o planeta fica no plano da Terra, e como os anéis não são espessos, acabam desaparecendo.

O que são nebulosas?

Nosso Universo é cheio de surpresas e coisas muito interessantes. Uma dessas coisas são as nebulosas. Estas gigantescas nuvens de gás e poeira cósmica pode existir em muitos formatos muitas vezes inexplicáveis, mas acredita-se que todas se formam de uma mesma maneira: supernovas. Estes incríveis fenômenos normalmente possuem uma pequena estrela em seu centro e propiciam a formação de outras estrelas futuras.


Nebulosas, se fosse feita uma lista das coisas mais impressionantes do Universo, com certeza elas estariam nesta lista. Muitas cores diferentes, formatos diferentes e muitas vezes um mistério está sobre elas. Dentro de cada uma, existe vários extremos. Enquanto uma estrela morre, outras estão nascendo no mesmo local. Em seu centro há temperaturas altíssimas, e nas suas pontas frio quase extremo. O objeto mais frio já encontrado pelo homem, é uma nebulosa: a nebulosa do Bumerang (imagem). Esta estrutura encontra-se a apenas 1ºC mais quente que o zero absoluto (0ºK), fazendo dela o objeto mais frio do cosmos conhecido. Mas nebulosa pode ser resumidamente definida como uma grande nuvem de poeira, plasma e hidrogênio.
Existem quatro tipos de nebulosa: As nebulosas de emissão, de reflexão, escura e planetária. Mas apesar do nome, nebulosas planetárias, não possuem ligações com planetas. Elas recebem este nome por que elas possuem uma camada de gás que parece limitar a nebulosa, assemelhando-se com planetas.
É comum se achar nebulosas de emissão e reflexão juntas, logo sendo chamado, de nebulosas difusas. Enquanto outras são tão espessas que a luz não passar entre elas e por isso são conhecidas como nebulosas escuras.
Rodrigo

Os pilares da criação


Os "pilares da criação", é uma região na constelação da Águia, com quantidades imensuráveis de poeira e gás. Com todo este material, a formação de estrelas é inevitável, e por causa disso, este é simplismente, um enorme berçario de estrelas com cerca de 9,5 anos-luz de comprimento. A gravidade está fazendo com que esta nuvem de contraia e forme cada vez mais estrelas.
A nebulosa está a cerca de 7.000 anos-luz da Terra, sendo facilmente observável por pequenos telescópios apontados a uma região rica em nebulosas. Fonte.
 Este enxame estelar foi descoberto pelo astrônomo suíço, Jean Phillippe Loys de Chéseaux, em 1745-46. Tempos depois, Charles Messier, um caçador de cometas, detectou a nebulosa de forma independente, e a incluiu como número 16 em seu famoso catálogo. Messier, notou que as estrelas estavam rodeadas de um brilho fraco. A nebulosa atingiu o auge de sua fama em 1995 quando foram tiradas fotos surpreendentes dos pilares. Estruturas semelhantes a dedos saem da parede de gás fino e poeira da nuvem. No interior destes "dedos" a densidade dos gases é tão grande, que eles colapsam sobre seu próprio peso e se aquecem, formando proto-estrelas.
Cientistas acreditam que os objetos, da mais famosa foto do Hubble, foram destuídos a cerca de 6.000 anos por uam supernova próximo a nebulosa. Este dado foi obtido através do calculo da temperatura da nuvem superaquecida atrás da nebulosa e o relacionou a uma supernova e que quando a onda de choque desta chegou aos pilares, jogou poeira e gás para bem longe. A nuvem foi fotografada pela Spitzer. Cientistas calculam que esta explosão estelar ocorreu há cerca de oito mil anos e que varreu a os pilares a cerca de 6.000 anos, mas como eles se localizam a cerca de 7.000 anos-luz, teremos mais um milênio apenas para contemplar esta maravilha do Universo. Mas, como tudo no Universo, estas não são as únicas estruturas deste tipo. Já foi descoberto há alguns anos a "montanha da criação" que é bem maior que os pilares.


A temperatura dos Planetas

Apesar de Mercúrio ser o planeta mais próximo do Sol, ele não é mais quente que todos os outros. Vênus, o segundo em proximidade, é mais quente o pequeno Mercúrio devido a seu formidável efeito estufa descontrolado que o superaquece. Veja um "termomêtro" das temperaturas.


Esta imagem representa a ordem dos planetas pelo fator temperatura. Naturalmente a ordem deveria ser a mesma da distância do Sol, mas o efeito estufa de Vênus não nos permite isso. As temperaturas neste planeta hostil podem chegar até escaldantes 460º C, capaz de derreter Chumbo.
Rodrigo

Heliosfera

O Sistema Solar não acaba em Plutão. A influência gravitacional do Sol vai 3 mil vezes mais longe. E essa influência cria uma camada protetora para nós, a heliosfera. Esta capa nos protege de raios cósmicos vindo de um espaço longe e profundo em direção a nós, do mesmo jeito que a magnetosfera nos protege dos rumores do Sol.


A heliosfera é uma região periférica do Sol, preenchida pelo vento Solar, até hoje não conhecida suas dimensões. Seus limites são denominados de heliopausa. Instrumentos adicionados às espaçonaves Voyager e Pioneer, confirmaram que a heliosfera estende-se além do sistema solar. Provavelmente até 100 UA (Unidades Astronômicas, 1UA = Distância Terra-Sol). A heliosfera é uma "bolha" feito com vento solar.
O vento solar é uma corrente de partículas carregadas que viajam continuamente em todas as direções. A heliosfera é como se esse vento infla-se uma gigantesca bolha no espaço.
Ao mesmo tempo que tudo isso acontece, nós viajamos velozmente ao redor do centro da Via Láctea, o que faz colidir com ventos interestrelares, uma chuva de partículas emitidas por outras estrelas. Estas partículas são perigosas à Terra, pois junto com elas há muita radiação, que poderia causar uma grande extinção no planeta. Em um determinado ponto, ainda não localizado no espaço, o vento solar e o vento interestrelar se encontram. O local onde suas pressões se equivalem determina o limite do Sistema Solar. As sondas Voyager foram os primeiros objetos construídos pelo homem a deixar o Sistema Solar, e estão tirando medidas da Heliosfera para descobrir seu tamanho. Mas o problema é que estão tirando dados de apenas dois pontos de uma bolha com tamanho imensurável.
Próximo à Terra a velocidade das partículas do vento solar pode variar entre 400 e 800 km/s, com uma densidade de 10 partículas por centímetro cúbico. O mecanismo exato da formação do vento solar não conhecido, mas sabe-se que é formado por plasma de elétrons, prótons, sub-partículas e partículas carregadas provindas de átomos.
Rodrigo

O Sol agora

Nossa estrela-mãe vive em constantes mudanças. Quer acompanhar como ele está agora? Aqui temos imagens atualizadas do nosso astro-rei. Comentem se hoje foi um de seus dias de fúria ou se ele está calmo, para o nosso bem.



Veja como o Sol está agora. As imagens abaixo são fornecidas pelo instrumento Michelson Doppler Imager (MDI) que é o aparelho que mais fornece informações pelo Observatório espacial SOHO.



Rodrigo

Sim, O Universo Tem Fim!


É comum vermos pessoas falando algo do tipo: "Ah, O universo não tem fim. Pode perceber, por mais que olhamos no Universo, sempre tem algo". Mas essa afirmação é falsa. O Universo tem fim, sim.

Primeiro vamos à definição de universo: O Universo é o conjunto das duas únicas coisas que existem, matéria e energia, exatamente tudo no universo ou é matéria ou é energia! Com essa definição pode-se afirmar que o universo tem fim uma vez que seu fim é o limite até onde existe energia e matéria (não que vá ter uma placa lá escrita "Fim do Universo") e mesmo se tivesse era só ir ate lá e jogar uma pedra depois da placa ai o universo vai até lá! Ou seja, o universo tem sim fim e massa e energia constante, que o seu aumento de tamanho é constante, ou seja, como tudo se move de forma a parecer fugir de um ponto inicial é claro que ele está se expandindo! Então qual o tamanho do Universo? Se a teoria de que a luz é energia e nada é mais rápido que tal estiver certa, o tamanho do universo é em anos-luz sua idade, pois no instante Zero nada havia e após de tal as primeiras partículas lançadas não saíram mais rápido que a luz e tudo que saiu desse ponto Zero se limita em velocidade ate aproximadamente 300.000 km/s!
Ponto Zero é o local no espaço que, supostamente, ficava o "objeto" que formou o Big Bang.
Sendo que, se o universo tem 15 bilhões de anos seu raio é 15 bilhões de anos-luz e não para de crescer.
Bruno

A idade do Sol


Todos os seres vivos que existem no planeta necessitam direta ou indiretamente do Sol. Ele aquece nosso planeta, fornece energia às plantas, controla nosso corpo e inumeras outras coisas. Você sabe qual é a idade desta fonte de vida para nós?


O Sol é uma estrela, e por ser uma estrela, ele vive muito, muito tempo mesmo (comparado a nós). Ele já vive a cerca de 4,5 bilhões de anos, assim como todo o resto do Sistema Solar. Mas como chegaram a esse número? Por incrível que pareça, o Sol emite um som. Cada estrela emite um som, quanto mais alto e lento, mais velha é a estrela. Assim, eles mediram que o Sol, está em sua meia-vida, e possui 4,5 bilhões de anos terrestres e estimam que viverá mais 4,5 bilhões de anos. Tecnicamente, o Sol não emite som, por que as ondas sonoras não viajam no vácuo. Esse som é obtido a partir de instrumentos adequados e cientistas conseguem ouvir as pulsações do Sol. O Sol inteiro vibra como um complexo padrão de ondas acústicas, como um sino. Se os seus olhos fossem aguçados, você poderia ver a superfície de um sino em padrões complexos, conforme as ondas refletissem em sua estrutura. De forma semalhante, os astrônomos na Universidade de Stanford registraram ondas de pressão do Sol, monitorando cuidadosamente os movimentos em sua superfície. Para isso, eles usam um instrumento chamado MDI (Michelson Duppler Imager) instalado na sonda espacial SOHO.


A SOHO circunda o Sol a uma distância de cerca de 1,6 milhões de quilômetros da Terra, com o propósito de estudar o Sol e alertar sobre tempestades Solares.
O som foi descoberto a trinta anos. De lá para cá, ele sofreu pequenas mudanças, e comparando com o som de hoje, é possível estimar a idade do Sol.
Rodrigo

A Terra sem a Lua

A Lua é responsável por várias coisas aqui na Terra, inclusive a vida. Se a Lua não existisse, nem eu, nem você estariamos aqui agora. O que mais aconteceria se a Lua não existisse? A Terra seria muito diferente? Nós temos que agradecer a Deus, de a lua existir



O que seria da Terra sem a Lua? Simplesmente, o caos. Os cientístas ainda se perguntam quais seriam as implicações caso a Lua nunca tivesse existido. Segundo uma parte da matemática popularmente conhecida como "Teoria do Caos", pequenas variações nas condições iniciais de um fenômeno podem resultar em enormes diferenças no final. Podemos imaginar que há bilhões de anos a recém formada Terra tivesse um destino diferente, não sendo atingida por nenhum corpo muito massivo. Então, se a Lua nunca se formou, qual seria a massa final da Terra? E os movimentos orbitais? Será que o nosso planeta teria uma composição química muito diferente da encontrada hoje? Estamos no limiar entre a ciência e a ficção. Não há como comprovar tais hipóteses, mas podemos fazer com que nossos propósitos estejam sempre dentro das implicações astronômicas e geológicas conhecidas. Fazendo isto, o que mais poderemos descobrir sobre o passado – e presente – do nosso mundo, supondo um planeta Terra... sem a Lua? Sem a Lua não haveria eclipses, embora isso não pareça ter implicações muito sérias; e além disso saberíamos do que se tratam, pois eclipses também ocorrem entre os satélites de Júpiter, por exemplo. Porém, sem a Lua as noites teriam uma iluminação uniforme, já que exceto pelas luzes das cidades é a luz do luar que faz a noite clara. Isso já traria algumas implicações na evolução das espécies. Basta lembrar que o nosso medo natural do escuro vem do fato de não conseguirmos enxergar bem com pouca luz, ao contrário de certos animais predadores, que sem o luar teriam vantagem em suas caçadas noturnas. Sem a Lua, o ciclo das marés também seria diferente. Ainda existiria a alternância entre marés alta e baixa (as marés também são provocadas pela ação gravitacional do Sol), só que em menor intensidade – 70% menor. Com menores forças de maré, também seria menor a faixa de areia que é periodicamente coberta pela água do mar, durante a maré alta, e depois exposta ao Sol durante a maré baixa. Acontece que essa faixa de areia é habitada por uma grande diversidade de seres, importantes não somente para a vida marinha, mas também para diversas espécies de aves migratórias, que deles se alimentam.
Sem a Lua, os dias na Terra seriam mais curtos – estima-se algo em torno de 18 horas – pois as forças de maré reduzem a rotação do planeta, alongando o dia. É fácil de entender: tais forças agem igualmente nas partes sólidas e fluídas do planeta, mas sua ação nos líquidos é mais evidente. Assim, ao "puxar" os oceanos friccionando-os contra a crosta sólida, duas vezes por dia e por bilhões de anos, pouco a pouco diminuiu a velocidade de rotação da Terra – aumentando a duração do dia. Dias mais curtos certamente resultariam em enormes mudanças no processo de evolução da vida na Terra. Outros ciclos de luz e escuridão provocariam novos hábitos na fauna e flora. Além disso, com um período de rotação mais rápido, a atmosfera terrestre se moveria mais velozmente. Furacões poderiam durar meses e os ventos seriam muito mais rigorosos. Graças a Lua o eixo de rotação da Terra permanece estável em cerca de 23,5º de inclinação. Isso é responsável pela existência das estações do ano. Presume-se que sem a Lua, a inclinação do eixo terrestre poderia atingir os 85º. Todo o clima da Terra seria dramaticamente alterado. Na Antártica, onde hoje faz muito frio, seria quente como nos trópicos, e as regiões equatoriais do planeta estariam cobertas de gelo. A Lua é um regulador climático. A Lua também tem sido um eficiente escudo contra impactos de meteoritos. Se a Lua não existisse, a própria Terra seria a única fonte de atração gravitacional para os objetos que causaram aquelas cicatrizes lunares. As crateras da Lua, principalmente as do lado oculto, dão uma boa idéia do que já podemos ter escapado. Quando um grande meteorito choca-se com a Terra parte de nossa atmosfera é perdida no espaço e centenas de quilômetros cúbicos de poeira são arremessados no ar. Evidências de impactos no passado mostram que esse material fica em suspensão por anos, impedindo a luz solar de chegar à superfície – é o inverno global. Assumindo que a Lua nunca existiu, então aquele violento impacto com a Terra primitiva também nunca aconteceu. Dependendo do ângulo com que o meteorito gigante atingiu a Terra, a rotação do nosso planeta certamente seria diferente. Provavelmente teríamos uma órbita menos elíptica que a atual. Fazendo as contas da massa acrescentada à Terra com o impacto, menos a massa da Terra cedida à Lua, é possível que nosso planeta fosse até 10% menor. Nossa atmosfera poderia ser tão densa quanto a do planeta Vênus! Sem a Lua, toda a vida na Terra poderia ser não apenas diferente, mas simplesmente nunca ter surgido. Mesmo sem poder comprovar esses resultados, um dia a Terra ficará sem a Lua. Com o passar de eras, as forças de maré vão reduzir ainda mais a rotação da Terra, tornando os dias mais longos – e como para cada ação existe uma reação, a Lua se afasta de nós 3,8 cm a cada ano. Não antes de terem se passado quinhentos milhões de anos, a Lua não será mais capaz de produzir eclipses do Sol. Em um ou dois bilhões de anos ela estaria tão longe que poderia se desprender da atração terrestre. Talvez se torne um planeta em separado, talvez colida com o Sol. Alguns pesquisadores já calcularam que a ausência da Lua daria ao nosso planeta uma precessão caótica, isto é, o eixo de rotação da Terra poderia passar a oscilar loucamente. Resta-nos a certeza de que vivemos no momento adequado para a Terra abrigar vida em abundância e ser iluminada pelo luar. Por isso, cuide bem do seu planeta e aproveite o dia... e as noites também!
Rodrigo